Bom é jogar RPG

30 07 2009

Agora estou ajudando o pessoal da campanha Bom é jogar RPG.

A campanha Bom é jogar RPG pretende estabelecer encontros em todo o país com mestres e jogadores voluntários, criando uma rede de amigos e pessoas dispostas a se divertir de maneira saudável e respeitosa. Serão estabelecidos também: debates, campanhas sociais em escolas e ONGs e outras formas dinâmicas (online ou não) para que o RPG possa cada dia mais ter novos jogadores e ser mais reconhecido como ferramenta interessante de interação social, cultural e de diversão.

Acesse – http://www.bejrpg.com.br

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Revista Acerto Crítico

5 06 2009

Já tem um tempo que sou conselheiro da revista de RPG, Acerto Crítico http://www.acertocritico.tk – visitem lá. Em breve eu voltarei a escrever com frequencia 🙂





Twittando…

12 03 2009

Eu pretendo estar mais ativo via twitter. O blog às vezes eu atualizo, às vezes não. Mas eu creio que vou conseguir contar pra vocês mais de Skeptna e de minhas descobertas no twitter. Até fiz um endereço mais fácil pra vocês me acharem:

http://www.ylykatop.tk





Voltando após longas viagens…

3 07 2008

Ufa, quantas andanças… Estive percorrendo algumas terras em busca de informações. Precisei ir atrás de novas fontes e busquei a face de Yimnaax neste tempo para saber sobre o futuro das próximas missões. Andei um bom tempo, agora estou começando a voltar aos meus hábitos usuais… Andei e andei…

Agora estou de volta… Espero revê-lo em breve… Ainda preciso levar você para aquela viagem prometida, não me esqueci.





Um passeio por Skeptna – animais e seres fantásticos (parte I)

30 03 2008

Continuando nossa jornada textual pra conhecer um pouco mais do meu planeta… Eu tenho tanto a dizer sobre os animais e dos seres mágicos que aqui habitam… De fato nem sei por onde começar, pois não quero menosprezar nenhum deles. Todos os seres em Skeptna (sejam eles mágicos, fantásticos ou não) possuem características interessantes e distintas que os torna objeto de estudo a parte… Mesmo que eu não fale de todos aqui neste texto, voltarei a falar deles aqui e também nos contos que permeiam este lugar criado por Yimnaax.

unicornio.jpg

Um dos seres que eu quero retratar é o Unicórnio, aqui chamado de Lanturena – algo como “Belo Cavalo Mágico”. Poucos conseguiram vê-lo e é menor ainda a quantidade de pessoas que o tocaram. Eu sou um desses raros casos… O Lanturena é um ser bem reservado, que aparece a beira de um pequeno riacho da Ilha da Luz após dias chuvosos. Já ouvi pessoas dizerem que ele já mostrou sua brancura em outras ilhas, mas a vez que eu o vi foi na Ilha da Luz, durante minha juventude. Neste dia eu consegui tocá-lo e no momento que eu acariciava sua crina, ouvi ele falar comigo:

– Jovem, percebo que em seu espírito você tem desejado conhecer o propósito de sua existência. Até mesmo já ouviu falar sobre Yimnaax, a Força Maior, mas as dúvidas em seu coração tem deixado você confuso…

Eu me surpreendi e falei:

– É verdade, eu já tive sete sonhos diferentes. Em cada um deles um ser divino chamado Alytulor me levava a uma das ilhas e abria um pergaminho que possuia uma boca e dois olhos. Cada vez este pergaminho falava tristemente e chorava, sempre me contando da tristeza de Yimnaax. Enquanto eu sentia aquilo cortar meu coração como uma espada fui preenchido comuma disposição de retirar a dor daquele que chorava. Ele me falava sobre outros tempos, e lá eu ouvi sobre a gênese de Skeptna e sobre o plano da Grande União.

E então Lanturena me respondeu:

– Eu tenho ouvido também o choro das árvores, dos animais, dos rios e das montanhas. Toda a terra clama para que tudo volte a ser o que era. A criação deseja ser redimida, voltar ao que era. Cabe a você ouvir este chamado de Yimnaax e buscar aqueles que se importam com Seu coração. Agora lhe dou o poder de também escutá-los, ser tocado por sua tristeza e discernir suas vozes.

Logo em seguida é como se uma estrela brotasse da ponta de seu único chifre dourado e seu brilho invadisse meus olhos e coração. Quando voltei a mim, após aquele momento sublime, percebi que Lanturena já tinha partido – como e pra onde eu não sei.

De fato ele é um ser fantástico que pode curar feridas com um simples toque. Um ser puro que me apontou Yimnaax e que também deseja que tudo seja cumprido. Um animal nobre que se escondeu porque os habitantes de Skeptna se tornaram maus e egoístas. Gostaria que você pudesse encontrá-lo, pra ouvir sua sabedoria e tristeza.

Eu ainda preciso falar dos outros seres e animais, mas antes era necessário explicar como eu comecei a ouvir a voz da natureza skeptniana. Nos próximos textos você vai compreender melhor, sem se espantar, quando eu transcrever o que eles tem falado comigo e o que aprendi com eles. O convite continua de pé, nos vemos no próximo texto.

(Mestre Ylykatop é um personagem de ficção… e você, é real?)
fotos públicas do flickr





Um passeio por Skeptna – florestas, flores e o verde!

13 03 2008
Florestas de Skeptna - Foto Flickr

Ah! Algo que me marca profundamente são as florestas de Skeptna. Em quase todas as ilhas vemos aquela mistura harmônica de árvores altas e dos mais variados tons de verde, amarelo e marrom(embora sempre penda mais para as matizes escuras). Na verdade existem regiões um pouco mais coloridas, mas tudo faz lembrar uma tarde cinzenta ou um dia onde as cores cansaram de brilhar.

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Por todo o planeta sempre há árvores imponentes, como que devoradores ávidos pelas fracas luzes solares, sempre crescendo a alturas de pequenos montes – afinal o seu maior alimento vem de cima. Imagino que mesmo que colocássemos 8 homens uns sobre os ombros dos outros, raramente tocaria a copa das árvores.

Existe uma mistura bela de ipês, araucárias, eucaliptos, pinheiros e tantas outras… Não conheço todos os tipos de árvores, todas as formas e tons. Mas parece que de alguma forma eu conheço a sua história. Como se cada folha pudesse conversar comigo e me contar coisas desde a semente, desde a terra e a raiz… Como se eu pudesse capturar cada pedacinho deste solo. Isto me dá um pouco de tristeza.

Tudo em Skpetna é como se tivesse uma beleza congelada, uma sombra daquilo que ela foi, quando Yimnaax criou todas as coisas. E as florestas não escondem isso. Até mesmo o Sol não brilha como em meus sonhos, é como se nuvens tapassem seu esplendor. Mas eu sei que a culpa não é dele, a culpa foi o pecado daqueles que se aliaram a Orpalor em seus corações… Tudo neste planeta padece de uma saudade e uma tristeza. Eu sei disso porque elas, as árvores, já me falaram.

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Mas há flores, são poucas, mas elas estão lá. Pequenos pingos coloridos que enfeitam arbustos e pequenas árvores onde quase não se vê os troncos. Sua função e singeleza está em pincelar a vista com seus vermelhos, violetas, amarelos, abóboras, azuis e brancos-prateados… É fechar os olhos e lembrar daqueles pontinhos coloridos por entre os vales, as montanhas, os vulcões e o gelo. Lá estão elas coexistindo com cada ambiente, não importa quão inesperada seja a presença delas.

florestas4.png

As flores parecem desejar alegrar os corações dos passantes e os lembrar de Yimnaax, a Força Maior, em suas multiformes cores e tamanhos (isto também quando elas estão mescladas entre si). Mesmo que eles não as olhem, lá estão elas: rijas, firmes, balançando suavemente com o vento, mas sorrindo para eles. “Um dia todos se lembrarão dEle” – parece ser a esperança que reside nelas.

Eu gosto de passear por estas áreas e conversar com os espíritos das florestas, seus guardiões esquecidos. Gosto principalmente de observá-las, ouví-las (não só as que falam) e aprender com elas. É hilario saber que elas sentem cócegas com o andar apressado dos esquilos e que assustam os caçadores fazendo o vento uivar por entre suas ramagens…

Tudo isto integra uma singeleza que parece estar acabando, mas que ainda resiste… Um dia tudo há de ser restaurado, quando os homens voltarem seus corações para Yimnaax e receberem do alto o Seu favor, mediante um coração arrependido. Enquanto isso venha e conheça as florestas, venha e busque a Yimnaax!

(Mestre Ylykatop é um personagem de ficção… e você, é real?)
fotos públicas do flickr





Um passeio por Skeptna – introdução

11 03 2008

Cheguei a conclusão de que não dá, pra quem lê, imaginar como é o Skeptna, este planeta onde vivo a buscar Yimnaax. Vou tentar levar você até as ilhas, como um passeio onde tentarei lhe dar olhos e o vôo das águias e também a leveza e o andar suave de um felino.

O meu desejo é conseguir mostrar pra você, de uma forma clara e completa os detalhes deste planeta em que vivo: suas ilhas, florestas, rios, pessoas, animais e seres fantásticos. Quero, de alguma forma, permitir que você venha comigo a estas terras como meu convidado. Aceita o convite?

O que poucos sabem é que Skeptna fica numa galáxia chamada Kajynyie – o berço da vida. Skeptna é o quarto planeta mais próximo do Shrany – o Grande Clarão Celeste (Sol). Hoje, nosso planeta encontra-se um pouco mais distante de Shray, por isso agora tudo é mais frio e pálido… Vivemos num misto de outono e primavera que pouco varia.

Mesmo que agora este planeta não esteja refletindo o brilho ardente da glória de Yimnaax e sua criação esteja fadada a uma aura cinza e obscura, ainda consigo ver beleza e singularidades por aqui. Ainda assim, meus olhos anseiam muito ver como foram aqueles dias onde a chama divina ardia em tudo que existia.

Falarei da fauna, da flora, dos homens e dos animais, da cultura e dos costumes distintos, da beleza e da sombra que se ergue vagarosamente… Quero te levar a Skeptna, mesmo nestes tempos onde apenas Yimnaax me tem sido refúgio…

Em nossos próximos encontros (escritos por enquanto), desejo que você seja como um desbravador e eu serei seu guia… Pergunto novamente: virá comigo e e aceita o convite?

(Mestre Ylykatop é um personagem de ficção… e você, é real?)